
Avô: E como anda sua namorada, garotão?
Neto: Nós terminamos vô, já faz um tempo.
Avô: Mais por quê? Parecia que vocês gostavam tanto um do outro.
Neto: Gostávamos mesmo vô, mais acabou, hoje em dia não é mais como na sua época em que as pessoas se apaixonam se casam e vivem felizes para sempre.
Avô: É meu jovem, quanto a ”hoje em dia não ser como na minha época” você tem razão, mais quanto às outras coisas não. Sabe o que é quando eu tinha a sua idade eu estava na rua soltando pipa, ou brincando de carinho de rolimã, quando eu descobri a paixão e o amor eu era bem mais velho já tinha uma sabedoria palpável, eu jamais tratei o amor e a paixão com imaturidade, porque se tem algo que não se pode concertar é o sentimento alheio, eu me envolvi com outras mulheres antes da sua avó, mais jamais disse algo do qual eu não sentisse, quando eu encontrei a mulher da minha vida eu entendi o que era amar o que era se apaixonar, e eu quis aquilo pra sempre sim, e foi o que tentei fazer, mais não pense que “vivemos felizes para sempre” nós tivemos nossas tristezas, nossas brigas, mais pelo contrario do que vocês da “atualidade” pensam isso jamais foi motivo para nós nos separarmos, temos que sempre aprender a viver com as diferenças alheias, principalmente se tratando de alguém que você ama.
Neto: Vô o senhor podia até ser santo…
Avô: Não, eu jamais fui santo. Mas eu nunca deixei de ser homem!
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