terça-feira, 19 de abril de 2011

Amizades,

por mais verdadeiras que sejam, são coisas frágeis, flores com pétalas delicadas que, ao menor sinal de vento, caem ao chão fragilizadas. Precisamos cuidar de nossos amigos, assim como um botânico protegeria uma flor rara do vento, da chuva e dos predadores. Devemos protegê-los das coisas ruins, mas sem jamais tapar seu sol: devemos ser ampolas de vidro os cercando, mas os deixando respirar em liberdade. Temos que cuidar de nossas amizades como se elas fossem a única esperança que nos restasse, a última fagulha de luz na escuridão total.

Afinal, amigos são flores raras no meio de um deserto; são oásis de felicidade e confiança, uma base na qual se apoiar, uma estrutura eterna de compreensão mútua.

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