
Perdi o medo. Da vida e da morte. Do chão e do céu. Perdi o medo de ser o que sou, assumir a minha alma, os meus desejos mais intensos. Preferi deixar o sol queimando a minha pele, mas não dispensei a escuridão do meu quarto. Escolhi o calor e o cheiro predominante do teu corpo. Decidi falar sobre os meus segredos e esconder os teus, rabiscar as minhas manias pelas paredes da tua casa, escrever teu nome pela rua. Mas antes, vou subir no ponto mais alto, e gritar a minha vida por aí, para que você me escute. Eu perdi o medo de viver
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Perdi o medo
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